Oportunidade e Conhecimento: Cirurgião-Dentista na UTI

Nada melhor para um paciente do que ter um profissional qualificado. A confiança e a garantia de um bom atendimento tranquilizam e podem ajudar a transformar um procedimento dentário em uma boa experiência, ainda mais em um hospital, é fundamental ter um Cirurgião-Dentista na UTI.

Isso porque,  ele precisa lidar com diversas variáveis em um ambiente em que um erro pode ter consequências bastante graves, além de saber interagir com pacientes nesse estado.

E para ser um bom profissional, é preciso investir. O Centro Multidisciplinar de Odontologia Intensiva, o CEMOI, é o lugar certo para aprender na prática os aspectos da odontologia hospitalar.

A presença do Cirurgião Dentista na UTI

A presença do Cirurgião-Dentista na UTI

A Lei 2776/08 obriga a presença de cirurgiões dentistas em unidades de tratamento intensivo. Isso porque esse tipo de profissional é fundamental para o controle de cáries, doenças periodontais e outros fatores que podem levar a uma infecção hospitalar. Essa necessidade surgiu a partir de diversos estudos, que conectam a falta de cuidados dentários nesse tipo de paciente com diversos problemas.

Os artigos sugerem que as ligações entre esses problemas bucais juntamente a outras doenças podem agravar um estado já existente ou ainda, fazer com que o paciente tenha uma nova doença.

Um exemplo desse tipo de consequência que tem ligação com a saúde bucal é a pneumonia associada à ventilação mecânica (PAVM). Essa é uma das infecções hospitalares mais comuns em Unidades de Terapia Intensiva, sendo responsável por entre 4% e 60% dos valores de infecções totais, com um alto índice de mortalidade.

Felizmente, a presença de cirurgiões dentistas nas UTIs, já tem boas consequências. Segundo o Hospital Estadual Monsenhor Walfredo Gurgel, de Natal, no Rio Grande do Norte, por exemplo, o acompanhamento desse tipo de profissional diminuiu em até 30% o tempo de internação de pacientes nas Unidades de Tratamento Intensivo.

Um artigo publicado no NCBI, o National Centre for Biotechnology Information ou o Centro Nacional de Informação Biotecnológica dos Estados Unidos, através do PubMed, estudou a saúde bucal de pacientes em uma UTI de um instituto de tratamento de câncer, revelando que a maioria deles tinha problemas bucais como consequência do tratamento oncológico e que a presença dos cirurgiões foi fundamental no tratamento e prevenção desses problemas.

O Ensino Técnico e Prático

Porém, para estar presente em um ambiente como as UTIs é preciso ter um grande conhecimento técnico e prático sobre o assunto. Já que especialmente em pacientes que se encontram nesse tipo de situação, um erro pode ter graves consequências jurídicas, ou ainda pior, ameaçar gravemente a saúde do paciente. Por isso, para ser um bom profissional, é preciso ter o ensino completo e abrangente, mas ao mesmo tempo, prático e criativo.

Outro artigo do PubMed defende a necessidade de ter um profissional participativo e ativo no momento do treinamento, dando a ele a capacidade de responder problemas vistos na prática, ao invés de apenas saber a teoria de como resolver uma situação. Segundo o que foi escrito, o treinamento prático tem influência clara em melhores tomadas de decisões em situações reais. Essas decisões são ainda mais importantes em pacientes em UTIs, devido aos inúmeros fatores que podem compor o seu estado. Por conta disso, é mais importante do que nunca ter esse tipo de experiência. Felizmente, O CEMOI oferece aulas práticas em dupla, sob orientação de um professor.

Ética e bom atendimento hospitalar

Ética e bom atendimento

Mas não é somente o aspecto técnico que é importante para um bom Cirurgião-Dentista na UTI. Uma das reclamações mais comuns é a má qualidade do atendimento. Seja por problemas de comunicação ou falta de habilidade do profissional, esse problema destrói qualquer vestígio de uma relação de confiança. Por isso, é preciso trabalhar em todos os aspectos do negócio, para garantir ao máximo uma boa experiência.

É preciso saber, que os clientes, e pessoas de modo geral, gostam de se sentir especiais e ouvidas. Uma instituição de ensino de qualidade, não trabalha apenas nas habilidades mecânicas e no conhecimento técnico dos alunos, mas também em questões de ética e de gerenciamento.

É fundamental entender que cada paciente tem as suas necessidades e é preciso atendê-las, com um tratamento personalizado e com uma atenção especial. Lembrando sempre que pacientes em UTIs geralmente estão ainda mais frágeis, por conta de sua condição grave, o que quer dizer que a atenção deve ser redobrada. Cuide dos clientes, que eles cuidam de você.

A importância de estar atualizado em odontologia hospitalar

A importância de estar atualizado

Por fim, para todo profissional, especialmente da área de saúde, é fundamental se manter sempre atualizado. Novas formas de tratamento e novos problemas estão surgindo a todo o momento. Em pacientes de UTIs, estudos são lançados constantemente, conectando a saúde bucal com outras áreas que ainda não foram estudadas. Por isso é preciso se manter atento às possíveis situações. Aqui, mais uma vez, a aula prática brilha, pois graças a ela o profissional vai ter um contato direto com uma nova situação, ao invés de precisar lidar com ela pela primeira vez em um momento crítico.

Porque investir em um Curso de Odontologia Hospitalar?

Vimos como é importante a presença de um cirurgião-dentista em ambientes de Unidades de Tratamento Intensivo. Um profissional bem qualificado pode fazer a diferença, não somente na qualidade de vida e conforto de um paciente, mas no seu estado de saúde clínico. Por conta dessa importância e da condição mais delicada desse tipo de cliente é necessário que o profissional esteja com as habilidades bem afiadas, de modo a poder responder prontamente a qualquer situação.

Esse é o principal diferencial do treinamento prático oferecido pela CEMOI. O aluno coloca a mão na massa, sem estar em uma turma lotada, podendo de fato trabalhar. O professor não apenas apresenta soluções e mostra como faz, a aula é interativa e o aluno pode intervir ativamente no processo. A metodologia usada é aprovada pelo Colégio Brasileiro de Odontologia Hospitalar e Intensiva e também pelo Latin American Quality Institute.

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Publicação NCBI: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/

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